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Gerdau define em até 9 meses monetização de excedente de minério
RIO - A Gerdau pretende definir dentro de 6 a 9 meses qual o melhor caminho para monetizar o excedente da produção de minério de ferro que a companhia terá no futuro.
Entre as variáveis que influenciam a decisão estão em quanto vai ser necessário elevar a produção da Açominas para atender ao mercado e qual será a produção e a qualidade final do minério retirado pela empresa da região do Quadrilátero Ferrífero, onde a Gerdau conta com áreas com até 3 bilhões de toneladas em recursos minerais.
O vice-presidente de finanças da empresa, Osvaldo Schirmer, explicou que a empresa deverá atingir em 2012 a autossuficiência em minério de ferro, com 7,5 milhões de toneladas produzidas e acrescentou que várias variáveis têm que ser estudadas pela companhia antes de definir como comercializar o excedente de minério. Entre as variáveis está a própria demanda da companhia nos próximos cinco anos.
"Temos que fazer um exercício do que é excedente. Hoje temos uma uniade da Açominas com capacidade de produzir 6 milhões de toneladas de aço e pode crescer até 13 milhões de toneladas. É usual esperar a Açominas com 13 milhões de toneladas? Vai depender do que o Brasil vai fazer", disse Schirmer, que participou do Rio Investors Day, no Rio de Janeiro. "Qual é o tamanho real desse excedente? Quanto vai expandir a Açominas? Não sei. Preciso ficar confortável com um número para poder oferecer", acrescentou.
A empresa atualmente está em processo de contratação de uma consultoria que auxiliará os estudos para a definição de um modelo. Questionado sobre uma possível cisão dos ativos de minério de ferro e posterior oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da nova empresa, Schirmer preferiu não adiantar possíveis maneiras de monetizar o excedente de produção mineral da companhia.
(Rafael Rosas | Valor)
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